O diagnóstico dos principais problemas foi feito nesta segunda-feira. Entre as questões levantadas estão, por exemplo, o despreparo de alguns profissionais, que entregam projetos com excesso de pendências e pouca resolutividade depois da orientação dos funcionários da secretaria e ainda o déficit de funcionários na equipe, que acaba causando mais demora no fluxo dos processos recebidos pela pasta.
De acordo com a pasta, muitas vezes o engenheiro ou arquiteto atende apenas parcialmente as exigências do “comunique-se” (documento emitido logo depois da entrega do projeto). Com isso, o mesmo projeto acaba ocupando mais tempo da equipe por conta do “vai e vem”, até que todos os itens sejam cumpridos.
Entre as medidas definidas nesta primeira reunião, duas devem ser aplicadas de imediato: o “desdobro” (outra etapa dos procedimentos de análise e aprovação de um projeto) vai contar com novas normas, como a exigência da entrega do memorial, croqui e sempre com a supervisão de um profissional habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) ou pelo Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
A Associação também se comprometeu a preparar um workshop em conjunto com a Secretaria de Assuntos Urbanos para orientar novos profissionais ou aqueles que são de outras cidades e ainda não estão habituados à legislação municipal. Uma nova reunião técnica deverá ocorrer em fevereiro para avaliação das primeiras medidas e definição de outras diretrizes.
Secretaria de Comunicação Institucional (SECOI)