19/08/2022

Saúde finaliza 1ª fase da instalação de usina de oxigênio no PA de Palmeiras

Saúde finaliza 1ª fase da instalação de usina de oxigênio no PA de Palmeiras

Equipamento foi doado para a administração municipal e agora precisa ser conectado com a unidade para entrar em funcionamento

A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, concluiu a primeira fase da instalação da usina de oxigênio no Pronto Atendimento (PA) de Palmeiras, que fica localizado na rua Mussi George Antônio, 319, no Jardim Amazonas.

Para que a unidade passe a oferecer este serviço aos usuários, ainda serão necessárias algumas adequações com o objetivo de o equipamento fornecer o oxigênio necessário. De acordo com a programação de instalação, a obra de concretagem para deixar a usina instalada, junto com a parte elétrica, já foi finalizada em junho passado, faltando apenas a conexão com o PA.

De acordo com a pasta, esta segunda etapa é mais complexa, uma vez que envolve toda uma engenharia clínica e estudos para interligar o novo equipamento à unidade.

Para tanto, uma empresa especializada neste tipo de serviço deverá ser contratada por meio de uma licitação pública para realizar a conexão com o prédio do PA de Palmeiras. Este processo deve ocorrer em breve, para que o novo aparelho possa começar a funcionar o quanto antes e atender aos usuários que buscam atendimento de saúde.

O secretário de Saúde de Suzano, Pedro Ishi, vistoriou o local durante a instalação na companhia da diretora da Rede de Urgência e Emergência (RUE), Cíntia Watanabe, e da coordenadora de Compras, Valquíria Gonçalves. “Esta usina vai contribuir muito para ajudar a reabilitar as pessoas que vêm aqui procurar atendimento. Agora vamos buscar realizar a conexão o quanto antes para poder contar com o funcionamento o mais breve possível”, destacou o chefe da pasta.

Pureza

A usina, como esta que foi doada por meio do incentivo da Nova Transportadora do Sudeste (NTS) – Instituto da Criança, produz oxigênio com cerca de 90% de pureza. Para efeito de comparação, o ar respirado de forma regular contém apenas 20% de oxigênio, o restante é composto, majoritariamente, por nitrogênio. O ar sugado pela usina é comprimido e depois atravessa uma peneira molecular que permite a passagem apenas do oxigênio.

Quando o paciente perde a capacidade de respirar de forma natural, a usina, por meio das máscaras, força a entrada de oxigênio, dando o suporte necessário para a vida da pessoa. O procedimento ficou muito conhecido durante o período mais agudo da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), quando os hospitais e demais unidades de saúde precisavam deste auxílio para atender os pacientes que sofriam de falta de ar.