Em apenas três meses, a nova administração reduziu o déficit de médicos na Rede Municipal de Saúde e aumentou o número de atendimentos nas unidades de saúde em aproximadamente 25%.
A Secretaria de Saúde afirma que foram encontrados estoques de medicamentos com problemas, alguns zerados; várias liminares da Justiça (obrigatoriedade de oferecer medicamentos para os munícipes) e dez itens destas liminares estavam zerados; tinha falta de materiais de limpeza, de papel higiênico, de papel toalha; não tinha 90% do material de escritório. O sistema estava sucateado, com os funcionários totalmente desmotivados. Todos os plantões do Pronto Socorro foram ‘cobertos’, porém, ainda eram necessários profissionais na rede. Para melhorar o atendimento na rede básica, foi assinado um convênio chamado Provab (Programa de Valorização do Profissional de Atenção Básica), ainda em janeiro.
Problemas
O Pronto Atendimento de Palmeiras tinha uma ambulância parada na porta e sem médico para atender, quando a atual administração assumiu. Ainda há dificuldades, mas foram colocados clínico geral e pediatra para atender.
A abertura da UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) da unidade II da Santa Casa, para atender convênios e particulares, em apenas 15 dias também foi um grande avanço.
A situação do Pronto Socorro Infantil também era grave: estava deteriorado, não tinha uma copa para as mães fazer a higienização das mamadeiras. Já foi feita a pintura do local, providenciada a troca do piso e a copa para as mães.
Secretaria de Comunicação Institucional (SECOI)