Processo de descarte foi acompanhado por uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM); ação foi realizada na base de operações da Coletora Pioneira, localizada na Vila Santa Maria
O setor de Fiscalização de Posturas da Secretaria de Manutenção e Serviços Urbanos da Prefeitura de Suzano-SP promoveu nesta semana a destruição de 10,2 mil maços de cigarros irregulares. A ação foi realizada na base de operações da Coletora Pioneira, localizada na Vila Santa Maria (região central).
O processo de descarte dos cigarros apreendidos em operações deflagradas na cidade foi acompanhado por uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM). No processo, foi utilizado um caminhão de lixo. O utilitário ficou responsável pela compactação dos pacotes de cigarros, que foram esmagados para além da capacidade de recuperação.
Todas as carteiras foram recolhidas entre os meses de março e de agosto de 2017, em diligências empreendidas na malha central e nos centros comerciais das regiões norte e sul de Suzano, onde eram comercializados por cerca de R$ 3,50, cada.
Segundo o departamento de Fiscalização de Posturas do município, esse tipo de operação segue determinação do prefeito Rodrigo Ashiuchi no tocante ao combate do comércio irregular praticado em ruas e calçadas.
Para o secretário de Manutenção e Serviços Urbanos de Suzano, Ari Serafim Barbosa, o trabalho de descarte de materiais sem nota fiscal terá prosseguimento no segundo semestre de 2017 com outros produtos, como CDs, DVDs e discos BluRay falsificados.
Formalização
O trabalho da administração municipal na coibição do comércio irregular teve início em janeiro deste ano, concomitantemente com a campanha de conscientização que a prefeitura promoveu em incentivo à formalização do comércio ambulante.
Agentes do setor de Fiscalização de Posturas e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Geração de Empregos de Suzano distribuíram panfletos explicativos sobre o fim do comércio nas ruas e calçadas da cidade. Também foram apresentadas, na época, opções de regularização da atividade informal, com direito a programas de capacitação e de empreendedorismo e linhas de crédito, como as oferecidas pelo Banco do Povo Paulista.
Desde então, uma força-tarefa conjunta entre a GCM e os fiscais do município foi formada para recolher e orientar todos os produtos vendidos fora das normas municipais.