25/10/2019

NOTA: Creches municipais

NOTA: Creches municipais

A secretaria de Educação tem como diretriz melhorar cada vez mais a qualidade do ensino público municipal. Assim, conforme novas escolas são entregues e novas salas de aula são construídas, há um remanejamento natural de prédios que não são considerados completamente adequados para o desenvolvimento pedagógico e potencial das crianças.

Com a criação destas novas vagas, alguns prédios alugados podem ser devolvidos. É o caso da creche da Cidade Edson, que hoje abriga 40 crianças e que para 2020 há apenas 20 inscrições. Esta demanda será atendida por outras quatro unidades naquela região mesmo – cada aluno será encaminhado para a escola mais perto de sua residência.

Já o prédio da creche municipal do Jardim Revista, há muitos anos é avaliado pelos técnicos da Secretaria Municipal de Educação como inadequado para se manter uma unidade educacional.

Por também se tratar de imóvel alugado, a pasta decidiu transferir os alunos e assim atender a população no conjunto de creches que a municipalidade possui para aquela região, seja em prédios próprios ou nas creches comunitárias.

Neste caso, todas as crianças também terão vaga garantida em creches próximas às suas residências. Mas ainda assim, depois de reunião entre a equipe da pasta com os pais dos alunos, a secretaria vai, em conjunto com a comunidade, buscar outro imóvel para uma possível transferência da unidade, em um período de duas semanas. Ao fim deste período, uma reunião entre comunidade e Secretaria de Educação vai definir a situação.

É importante lembrar que nestes dois processos não haverá demissão de qualquer colaborador; a prioridade é o conforto e segurança dos alunos em um espaço adequado para o desenvolvimento das potencialidades das crianças. A pasta reitera que nenhuma criança ficará sem atendimento.

Assim, a decisão do remanejamento é técnica, para evitar o desperdício do erário. Para se ter uma ideia, das 73 escolas municipais, apenas cinco funcionam em prédio alugados. O objetivo é, gradativamente, acabar com o aluguel e oferecer o serviço apenas em prédios próprios, mais adequados para o desenvolvimento pedagógico.

Desde 2017 foram criadas 2 mil novas vagas no ensino fundamental e até 2020 esse total deve chegar a 3 mil.