Exposição abarca 43 obras de artistas de Suzano-SP e de outras localidades do Brasil; exposição vai ficar disponível ao público, de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas
Acontece na noite de quinta-feira (1º de junho), às 18 horas, no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi” (rua Benjamin Constant, 682 – centro de Suzano-SP), a festa de lançamento da “Mostra de Arte Naïf”. O evento será organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e acontece a partir das 18 horas. A mostra estará aberta ao público até o dia 21 de junho (quarta-feira), com entrada franca.
A exposição vai ficar disponível ao público, de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas, em área sobre a Biblioteca Municipal “Professora Maria Eliza de Azevedo Cintra”, abarcando 43 peças, sendo 42 pinturas e uma escultura criadas por artistas de Suzano, de outras cidades do Alto Tietê e de outros estados brasileiros, como Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Roraima, Alagoas, Bahia e Ceará.
Segundo os organizadores da iniciativa cultural, as obras estarão na região metropolitana de São Paulo durante o segundo semestre de 2017 e serão devolvidas aos respectivos proprietários e autores no fim deste ano.
O artista plástico Enzo Ferrara, curador da “Mostra de Arte Naïf” em Suzano, afirma que o principal objetivo da exposição é defender a liberdade de expressão do movimento artístico. Para ele, a arte Naïf não pode ser meramente encarada como um estilo, mas, sim, como uma luta por visibilidade, já que há poucos espaços dedicados ao mesmo no País.
O secretário municipal de Cultura, Geraldo Garippo, está satisfeito com o fato de Suzano poder ser sede da mostra, que será aberta ao público amanhã, às 18 horas, no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi”.
Personalidade
A arte Naïf teve sua primeira manifestação registrada na França em 1886. Atualmente, há coleções e acervos abertos ao público na Europa e no Canadá. Há registros, também, nestas partes do mundo, da existência de obras assinadas por artistas brasileiros. As principais características do estilo são a técnica autodidata e a construção de quadros com temáticas religiosas e de registro do cotidiano.