04/09/2013

Exposição “Símbolos da Espiritualidade” pode ser vista até o dia 13 no Centro Cultural

Exposição “Símbolos da Espiritualidade” pode ser vista até o dia 13 no Centro Cultural

Inaugurada ontem (3), a exposição “Símbolos da Espiritualidade”, da artista plástica norte-americana Tonietta Walters, já está aberta ao público no Centro de Educação e Cultura “Francisco Carlos Moriconi” (rua Benjamin Constant, 682, Centro). As obras, que têm o intuito de mostrar diferentes religiões, podem ser apreciadas até o próximo dia 13, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17 horas.

A mostra faz parte do projeto Encontro Cultural, que já convidou artistas como Policarpo Ribeiro, o Poli; Pedro Neves; Rodrigo Constantino, Betto; os escultores Lúcio Bittencourt e Caxamba; Erasmo Amorim; Marcos Leandro; Francesca Lalanne; Carla Fatio; Andreia Sato; Samuel Campos e Gilberto Nunes.

Para Tonietta, a parte mais importante disso tudo é o “processo de criação, que vem de Deus, da inspiração divina”.  Os quadros da artista possuem uma linguagem simples e abstrata. O azul e o carmim são as cores predominantes em suas obras e despertam a curiosidade até mesmo dos colegas de profissão que já visitaram sua exposição. Exemplo disso é o depoimento da artista plástica Márcia Costa: “Sou deficiente de nascença, mas não podia ficar sem ver as obras da Tonietta, sinto que ela quer transmitir alguma coisa profunda, talvez uma verdade interior que mexe com os sentimentos de quem olha para sua pintura”.

Ídolos como o expressionista Jackson Pollok, os renascentistas Michelangelo, Leonardo Da Vinci e Kandinsky, além de Anish Kapoor, Anely Goldswonthy e Louise Bougoisei, são algumas das influências artísticas da norte-americana.

Tonietta é natural da Jamaica e atualmente vive na Flórida, nos Estados Unidos. Veio para a América aos 12 anos de idade. Aos 20, morou um período em Nova York. Antes de se apaixonar pela pintura, estudou biomedicina e depois decidiu ser neurologista. Porém, após ter passado por uma experiência desagradável, começou a levar a sério a carreira de pintora. Ela fazia poesias e dedicava o seu dom à pesquisa e a Deus. A artista resolveu estudar aquilo que a ciência deixa de fora, para entender como funciona a questão humana e a morte. “Tinha algo dentro de mim que dizia que eu era diferente dos demais”, revelou.

Secretaria de Comunicação Institucional (SECOI)