Todo esse trabalho só foi possível por meio de um plano de contensão de gastos, norteado pelo prefeito Paulo Tokuzumi, que combateu as dívidas deixadas pela gestão anterior
Para garantir à população suzanense melhores condições de trafego, a Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Serviços e Manutenção, prosseguiu hoje (03) com a recuperação asfáltica de importantes vias da malha central. Dentre as vias beneficiadas estão as ruas General Francisco Glicério, Antonio Marques Figueira, Portugal Freixo e Travessa Guaió. Quem passar todos os dias por esses locais, já desenvolve um percurso mais seguro e com mais fluidez.
Todo esse trabalho só foi possível através de um plano de contensão de gastos, que objetivou combater as dívidas, organizar a estrutura existente e colocar em prática uma série de ações paliativas e futuramente definitivas no que tange à infraestrutura viária.
Para se ter uma ideia, nos últimos oito anos, nenhuma rua foi aberta no município. Em outras palavras, a cidade deixou de crescer. Além disso, os investimentos em recapeamento foram precários. Nessa ação específica de tapa buracos, o objetivo da Administração Municipal é atuar de forma que todas as travessas sejam revitalizadas, dando mais vazão ao trânsito local e possibilitando um sistema viário mais adequado aos motoristas e pedestres.
Desde 2013, a Prefeitura de Suzano vem enfrentando uma grande crise financeira. O orçamento previsto em 2013 era de R$ 751 milhões (deixado pela antiga administração), sendo que o realizado foi de apenas R$ 523 milhões, ficando quase 30% abaixo do previsto e prejudicando totalmente o trabalho da administração municipal para os próximos anos.
No ano passado a Prefeitura de Suzano realizou uma economia nas despesas, porém, sem afetar a oferta de serviços essenciais à população. Todos os secretários ficaram encarregados de refazer contratos e diminuir valores contratuais em até 25%.
Vale ressaltar que Suzano vive o reflexo da falta de planejamento e da falta de uma política de desenvolvimento dos anos anteriores. Um demonstrativo da crise é repasse do ICMS, que vem caindo desde 2004 em termos percentuais e em 2014 a Prefeitura de Suzano registrou a queda mais bruta. Perdemos quase R$ 14 milhões em relação a 2013.
O FPM, por exemplo, não vem acompanhando o IPCA (Índice Oficial do Governo Federal para medição das metas inflacionarias), e em 2014 Suzano teve um repasse de R$ 44 milhões, quando o esperado era pelo menos R$ 48 milhões.
Secretaria de Comunicação Institucional (SECOI)