30/06/2018

Projeto ambiental de Suzano participa de concurso no Canadá

Projeto ambiental de Suzano participa de concurso no Canadá

‘Caminhos do Ribeirão Balainho’ é realizado a partir de uma parceria entre a prefeitura e o Rotary Club, com diversas ações de preservação

Suzano participa do concurso mundial “World Water Day”, em Toronto, no Canadá, com o projeto “Caminhos do Ribeirão Balainho”, fruto de uma parceria entre o Rotary Club e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O programa realizou diversas ações de preservação neste rio, que encontra-se dentro dos limites territoriais da cidade e faz parte da rede de abastecimento do reservatório de Taiaçupeba.

Segundo o ex-presidente do Rotary Club de Suzano, Alberto Kariya, o projeto “Caminhos do Ribeirão Balainho” foi inscrito no dia 30 de abril e está agora em fase de avaliação ao lado de outros projetos participantes. O concurso é voltado ao Grupo Rotarianos em Ação Pela Água e Saneamento, o chamado Wasrag, do qual Suzano faz parte. Dois projetos serão selecionados e o de maior impacto e o mais inovador receberão US$ 500 cada um. Os vencedores serão notificados e os prêmios apresentados na Reunião Anual Geral do Wasrag, em Toronto.

O projeto de preservação ambiental do ribeirão Balainho foi proposto e aprovado para fazer parte do plano de trabalho da Prefeitura de Suzano em 2018. No início do ano, diversas ações começaram no entorno do rio, como expedições para estudos e análises da água, plantios de mudas nativas para preservação da vegetação que engloba a bacia e instalações de fossas biodigestoras, que têm a função de filtrar os dejetos para que não agridam o meio ambiente.

A nascente do ribeirão Balainho, que tem 50 quilômetros de extensão, fica dentro do território suzanense, no distrito de Palmeiras, e deságua na represa de Taiaçupeba. Ele é responsável por auxiliar no abastecimento de água potável para 5 milhões de pessoas. Para a manutenção e continuidade desse projeto, a equipe trabalhou em conjunto com os moradores que vivem naquela região, transformando-os em protetores do entorno do ribeirão. A ideia é que a população local continue implantando as fossas sépticas.

Com isso, o projeto atinge o seu objetivo, que é garantir a preservação permanente do manancial e o fornecimento de água mais limpa para Suzano.

Nesta 1ª fase, o programa contou ainda com a parceria do Instituto Ecodan, do SOS Mata atlântica e do 37º Grupo de Escoteiros de Suzano. Em maio, foi dado início à 2ª fase do projeto, que é o monitoramento do curso d’água. O trabalho está sendo feito com os estudantes da Escola Estadual Helena Zerrenner, do Jardim Brasil, em Palmeiras.