Iniciativa realizada na tarde desta quinta-feira (22/03) integra a programação preparada pela administração municipal
Mais de 60 mulheres participaram da Tarde da Sororidade, evento realizado nesta quinta-feira (22/03) pelo Fundo Social de Solidariedade de Suzano, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi. A atividade, que faz parte da programação do mês da mulher, teve o objetivo de explicar o conceito e a prática da sororidade no dia a dia.
Para dar início à apresentação, a presidente de Fundo Social e dirigente do Serviço de Ação Social e Projetos Especiais (Saspe), a primeira-dama Larissa Ashiuchi, explicou que sororidade é a união e aliança entre mulheres, baseado na empatia e companheirismo, em busca de alcançar objetivos em comum.
Em seguida, Larissa convidou a presidente da Comissão da Mulher Advogada, a advogada Patrícia Martins Braga; a coordenadora do Promotoras Legais Populares, a advogada Sandra Lopes Nogueira; e a assistente social Janete Gomes Figueira para integrarem a roda de conversa.
Segundo a presidente do Fundo Social de Solidariedade de Suzano, foram tratados conceitos e práticas, além da abordagem de índices como os de feminicídio, violência doméstica e projetos municipais voltados a atendimentos de mulheres vítimas de agressão e assédio, como a Patrulha Maria da Penha, realizada pela Guarda Civil Municipal de Suzano.
Na oportunidade, as presentes puderam perguntar e acrescentar informações quanto ao enfrentamento ao feminicídio e receberam uma carta em branco, onde poderiam escrever sobre algum problema pessoal ou de alguma familiar que esteja passando por problemas com violência doméstica. Os casos depositados serão tratods pontualmente pelos órgãos municipais e direcionados aos setores competentes, para que possam prestar ajuda às mulheres, com o apoio de diversas secretarias municipais.
Ao fim, todas as mulheres realizaram um apitaço referente à campanha “Não hesite, apite!”, que traz chancela da Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito de São Paulo (Aasas). A atividade final da Tarde da Sororidade teve a prerrogativa de conceder a possibilidade de o público feminino usar o apito como uma espécie de “arma” contra potenciais agressores, inclusive sexuais.